Simplesmente olhar Luciana Plácido Barbosa
Olho para o céu e vejo a esperança. Olho para natureza e vejo a alegria. Olho para os passáros e sinto a felicidade da liberdade .
Olho para o homem e vejo disputa e competição. Olho para as crianças e vejo a inocência e a simplicidade no coração. Olho para a vida e percebo como perdemos tempo com coisas que não nos faz bem.
Olho para o meu coração e vejo a esperança de vivermos em uma sociedade melhor e unida. Olho para um irmãozinho de rua e vejo o quanto são abandonados e sem direção. Olho para você e me pergunto, o que você vê?
Como pensar em uma maneira de deixar de pensar?
Eu não me canso de frizar que as coisas parecem ser minímamente arquitetadas para existirem. Sem nenhuma obrigação estou aqui escrevendo, mais uma vez cheio de expectativas quanto à próxima (essa) escrita, mas na falta de motivos relevantes que me desprendam dos meus afazeres para que eu venha aqui e, finalmente, escreva.
O acaso é um dos principais motivos para tudo, e é por isso que hoje decidi redigir mais um pedaço de mim.
Não sei até que ponto pode-se dizer que um pensamento é errado, que um lapso é vergonhoso ou que uma pretensão é errônea. Tudo depende do velho e conhecido contexto, aquele mesmo que consegue salvar condenados da forca. Mas qual é o contexto de um ser humano... senão o seu "mundo ilusório"?
É possivel afirmar que diariamente pessoas vem e vão pelos caminhos da vida, vagando em um mar de incertezas, por almejarem e pretendem fazer parte do todo, serem signaficativso para os seus preceitos, ou mesmo saciar seus desejos...? Afinal, é possível que as pessoas ao nosso redor não tenham pretenções iguais a de toda uma humanidade que caminha junta?
Não acredito ser possível, por causa do contexto. Do mundo. Do mundo de cada um.
Sonhos? Vontades? Determinações? Ira? Luxúria? Não. O mundo único e incerto de cada pessoa.
Talvez seja difícil de acreditar mas... será assim tão complicado entender que metade da terra não existe em meu mundo e que nunca existirá? Da mesma maneira que o mundo de alguns não passa de um jogo no domingo, de um churrasco em um sexta, ou de uma fofoca na café da manhã do dia seguinte? E que é impossível determinar se a morte é certa no amanhã ou se a vida é eleita no ano posterior?
Porque no fim... eu acordo e me olho no espelho, e por um segundo compreendo que estou de volta à sentir a aceitação perante ao meu mundo. Me deito novamente, e deixo as afirmações para voltar a negar o que é impossível de ser julgado. Enfrento então o dia a dia tremendo de provações que são feitas para mim, minha família, a sociedade. No término da batalha travada sem muita animação, olho as luzes do campo, da cidade, e me deparo com pessoas que julgo serem sofredoras e com privilégios menores que os meus. Timidamente me queixo do cansaço, da fome, e da falta de deixar de sentir ao menos um vez. Dou de cara com minha formação, com meu conflito de considerações e com a vontade de extender o tempo.
Esse é um dia típico do meu mundo, da rotina inevitável. Obviamente existem fatos inesperados, dias fadados a serem inesquecíveis e provações/limitações/prazeres que se fazem presentes. Mas diante qualquer uma dessas situações, qualquer uma, é um mundo onde a questão principal é "Como pensar em uma maneira de deixar de pensar"?
Acho que porque não me desprendo da idéia - e não pensamento - que devemos nos aceitar, pura e simplemente, banhados na verdade de sermos nós mesmos.
Uma das partes mais significativas...
...música.
Ando visitando constantemente esta página e pensando em listar meus pensamentos. Mas... é tão estranho esse processo de "se preparar para escrever" porque, na verdade, ele não existe.
Sem programar nada, escolhi "The Moon Lay Hidden Beneath a Cloud" para tocar no meu player, e me vi na obrigação de dedicar ao menos um mísero post a uma das partes mais significativas da minha vida - a música.
Não leio partituras. Não sei como tocar um contra-baixo, nem mesmo um bongo - e quem dirá um oboé. Minha voz não é perfeita e não é boa para a música, meus guturais não duram mais que 10minutos sem que minha garganta esteja à beira de explodir. Não consigo identificar um lá, um dó ou um sol, a não ser na velha cantiga "dó ré mi fá". Nem imagino como seja o processo de mixagem, de gravação ou de produção de um CD. Quase não sei o nome dos artistas, muitas vezes passo a conhecer seus rostos quando pisam no palco, mesmo para bandas com enorme projeção internacional.
E é por isso, por cada um desses fatores, por cada uma dessas coisas que eu não compreendo que a música é tão importante para mim.
Não se trata se baixar compulsivalmente CDs; Não se trata de rejeitar as coisas que fazem parte do tal 'pop' do cenário musical; Não se trata de consumismo barato somente para poder conversar sob uma garrafa de cerveja e perante as pessoas.
Se trata de tentar compreender as formas fantásticas que um som pode tomar, os sentimentos que podem gerar e a repercussão dos mesmos em um momento, em um período, em uma vida. Ficar feliz com poucas palavras ou até liberar a raiva através de um grito.
"Red is the sky... red are your eyes" - The Moon Lay Hidden Beneath a Cloud - Album Rest on My Arms Reversed - Track 07
Durante essa semana assisti uma novela japonesa que minha amiga me emprestou, se chama Ichi Rittoru no Namida ( 1 litro de lágrimas), conta a estória de uma garota que se chama Aya. Ela infelizmente tem um doença incurável que é Degeneração espinocerebelar. O que me chamou atenção foi a garra que essa garota teve diante de tal situação, com apenas 15 anos soube ser extremamente forte par superar tal problema. Ressalto que foi fato real essa estória.
Você pode estar se perguntando, Lu onde você quer chegar com isso, simples, que você seja sempre feliz e agradeça por estar vivo(a), sei que passamos por vários problemas nessa vida, só que nunca podemos desistir... acredito se Deus nos permite que passamos por determinada situação é porque somos forte para superar.
Sei que não sabemos o dia de amanhã, só sei que devemos ser bons de coração e ajudar a todos que encotrarmos, seja com um olhar, um abraço, etc... Nunca rejeite alguém que seja diferente de ti e nem aqueles que sofrem por algum enfermo, sei que um dia o mundo será melhor né, então vamos fazer essa diferença.
Essa novela, fez com que eu pensasse em várias coisas, uma delas a importância de eu poder andar, falar, sentir... sendo assim ame sempre a pessoa que és. Sei que muitas pessoas se preocupam com bens materiais, aparência, será que isso realmente é o que torna alguém feliz? Não importa o que a mídia coloca como padrão de beleza, ou seja, todos nós temos nossa beleza, e digo isso com a mais pura sinceridade, se não amarmos quem somos, como poderemos amar né.
Por isso não reclame e sim agradeça... sei que fui um pouco confusa, só espero que eu tenha conseguido passar a mensagem né... mesmo diante das dificuldades, solidão, enfermos, tristezas, saiba que sempre haverá uma luz para iluminar sua vida, só basta acreditar e aceitar os fatos com mente e com o coração aberto.

Agradeça sempre pela sua vida e pelos problemas que tem que superar, tudo na vida tem uma solução e um motivo. Viva sempre com alegria e com esperança. ^^
Aprendendo nas quedas
Li esse texto abaixo e achei interessante postar no blog, sei que muitas vezes em nossa caminhada, passamos por vários conflitos internos e externos, dos quais questionamos e também nos entristecemos. O importante é não desanimar e sim persistir e compreender que nada ocorre por acaso, sendo assim, é necessário avaliar tudo o que ocorre em nosso meio e em sua própria vida, saiba que cada fato vem em prol de um melhor, só depende de como você encara determinadas situações em sua jornada. Boa leitura ^^
Por que será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e erramos? O mundo não acaba quando nos enganamos; ele muda, talvez, de direção. Mas precisamos tirar partido dos nossos erros. Por que tudo teria que ser correto, coerente, sem falhas? As quedas fazem parte da vida e do nosso aprendizado dela. Que dói, dói. Ah! Isso não posso negar! Dói no orgulho, principalmente. E quanto mais gente envolvida, mais nosso orgulho dói. Portanto, o humilhante não é cair, mas permanecer no chão enquanto a vida continua seu curso. O problema é que julgamos o mundo segundo nossa própria maneira de olhar e nos esquecemos que existem milhões e milhões de olhares diferentes do nosso. Mas não está obrigatoriamente errado quem pensa diferente da gente só porque pensa diferente. E nem obrigatoriamente certo. Todo mundo é livre de ver e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e sobre o mundo. Às vezes acertamos, outras erramos. E somos normais assim. Então, numa discussão, numa briga, pare um segundo e pense: E se eu estiver errado? É uma possibilidade na qual raramente queremos pensar. Nosso "eu" nos cega muitas vezes. Nosso ciúme, nosso orgulho e até, por que não, nosso amor. Não vemos o lado do outro e nem queremos ver. E somos assim, muitas vezes injustos tanto com o outro quanto com a gente mesmo, já que nos recusamos a oportunidade de aprender alguma coisa com alguém. E é por que tanta gente se mantém nessa posição que existem desavenças, guerras, separações. Ninguém cede e as pessoas acabam ficando sozinhas. E de que adianta ter sempre razão, saber de tudo, se no fim o que nos resta é a solidão? Vida é partilha, e não há partilha sem humildade, sem generosidade, sem amor no coração. Na escola, só aprendemos porque somos conscientes de que estamos lá porque não sabemos ainda; na vida é exatamente a mesma coisa. Se nos fecharmos, se fecharmos nossa alma e nosso coração, nada vai entrar. E será que conseguiremos nos bastar a nós mesmos? Eu duvido. Não andamos em cordas bambas o tempo todo, mas às vezes é o único meio de atravessar. Somos bem mais resistentes do que julgamos; a própria vida nos ensina a sobreviver, viver sobre tudo e sobretudo, sem precisar pisar em ninguém. Nunca duvide d o seu poder de sobrevivência! Se você duvida, cai. Seja firme na caminhada e não desista ^^
"Pros irmãos..."
Um amigo me mandou um pedaço de si. E eu gostaria de mostrar um texto memorável.
Dedico o post ao meu amigo Fabrício Cavalcante Urbaneja, por ter permitido a postagem do seu texto, e também por tantos anos, passados e futuros, de reflexões, loucuras e devaneios. Sempre em frente, Bomber Sobrevivente-Urbano.
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“Às vezes chega a hora de você escrever um novo rascunho; é quando o velho papel já está gasto demais, o papel chega a furar.”
Ao mui estimado senhor Eu Mesmo,
Eu o encaro de frente, ele ali sentado, à minha frente. Suas costas descansam apoiadas numa rocha onde se lê inscrito: “estou onde sempre quis estar”, uma lápide. Ao redor e abaixo o mar que reflete milhões de sois poentes, num infinito arder gélido.
Quando os seus olhos atingem os meus, observo enfim todo aquele ser. Um homem magro, já velho, que trocou todas as suas fichas pela liberdade de nada ser. Sem apostas maiores que a certeza das incertezas. Um ser nu, sem os trajes e os trejeitos que o fariam ser um quadro, uma canção, um “bon vin”.
Eu releio a lápide e lhe pergunto: - Por que?
O velho move seus olhos, os descansa sobre mim, e responde, parecendo doar um velho brinquedo querido: - São fases... Antes de você nascer eu já havia partido, cumpri com meus desígnios e me cobri. Já estava frio e faltava aquele velho calor que um sol raro traz surpreendendo o outono com seu toque incomum de beijo e chocolate. E eu resolvi partir.
Sem muito entender, entreguei ao velho o velho mapa de meus sonhos, e ele, sorrindo como um alguém que sobrevive a um desandar do destino, disse-me: - Eu tinha um como este, e isso já faz algum tempo. Você como que escreve nele seus medos... esquecestes de tuas virtudes? - Acho que sim, meu senhor. Quais eram essas mesmo?
O velho se pôs a rir.
Ocorreu-me a idéia de que há tempos eu não sabia o que eu era, que vivia como frente a um espelho, meu reflexo era apenas o que todos viam. - É isso mesmo, me disse o velho.
No mesmo instante um arco de pássaros perfurou o desenho da lápide por detrás dele. Sete aves, quatorze cores diferentes, dois nomes para cada cor. Uma daquelas aves deixou de fazer como as outras, de avançar para oeste. Ficou ali sobre o rochedo epitáfio.
Quando o vento soprou, ela surpreendeu-se, e olhou para mim. E disse:
- Você sabe porque eu vôo? É que tenho pétalas. E sabe porque tenho pétalas? É minha virtude. Ninguém nunca me viu nada igual.
((Fa)(bri)cio)) Urbaneja final de setembro de 2007
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Não temas !
Você já parou para pensar como temos medo de expor os nossos sentimentos?
E isso ocorre porque temos medo de sofrer, de sermos rejeitados ou zombados por outrem, eu vou querer passar nessas entrelinhas que escrevo, uma mensagem para você não temer em expor seus sentimentos, claro nunca se faça de vítima, só que é de grande favorecimento para nós mesmos perceber que fizemos a coisa certa, e só exponha-se quando tiver de pleno acordo com tal atitude que terás. Talvez você já pode ter se apaixonado por um grande amigo (a) e não ter coragem de expressar esse sentimento com receio de destruir uma amizade, só que por causas desses medos, perdemos a oportunidade de sair de uma ilusão ou até mesmo ter aquela pessoa que tanto almeja, ou então, fortalecer mais ainda essa amizade existente. Sempre considerei a mente humana complexa e sempre gostei de estudar sobre isso, cada pessoa para determinda situação tem uma reação e isso porque somos diferentes e temos experiências de vida diferenciadas, draumas, enfim são vários os motivos que levam alguém a ter certos comportamentos. Entendo o quando é complicado se expor e você dirá - Lu você acha que tudo é simples, só que te digo, sei que não é, e se comecei a redigir esses fragmentos, não foi à-toa, por exemplo se uma pessoa chega em você e diz, " estou gostando de você", sua reação será de afastamento? Será de entedimento? Será de acolhimento? De apoio com palavras sinceras e dóceis? Será de plavras árduas? Sinceramente não sei como vai reagir, só que não se afaste e nem ignore a pessoa, isso é pior do que receber um não, sendo assim use o diálogo, seja transparente e ao mesmo tempo tenha empatia, como costumo a dizer, não podemos mandar no coração né. Sei que não somos perfeitos e muitas vezes não sabemos como agir, só que as vezes um simples abraço, um olhar, vale mais que muitas palavras. Nunca deixe que pequenos fatores como esse destrua uma amizade, e tudo vem para melhorar e faço uma ressalva, que tudo depende de como enxerga certas situações em sua vida, e não conhecemos autras pessoas sem ter um motivo, ou seja tudo tem uma explicação, também algumas pessoas tem certos comportamentos não porque elas querem assim, só que muitas vezes ela carrega consigo certos traumas que faz com que ela não veja as coisas de uma maneira ampla e acredite que todos são iguais, se você é assim espero que com o tempo quebre esses paradgmas e perca esses traumas que atrapalham seu desevolvimento. Só que ao expor os sentimentos não se resume somente na parte amorosa, quantas vezes ficou com medo de expor suas idéias? De dizer eu não concordo com isso? Fazer certas coisas só para agradar aos outros e no seu interior sentir um grande vazio, pois aquilo não te deixou feliz? Enfim, na vida é necessário arriscar e não temer, o medo é nosso maior inimigo por isso não deixe que ele o domine. Se etiver com vontade de rir - ria , de chorar- chore, de andar na chuva - ande, de abarçar alguém- abrace ... ou seja, não se restrinja com medo do que os outros vão achar, faça aquilo que te faz se sentir bem. Vejo que as pessoas vivem de aparências, só que até quando elas vão ficar com essas máscaras? Complicado né, a vida é muito curta para nos limitarmos, sei que fui um pouco confusa nesse texto, espero que seja favorável cada coisa que redigi acima.

Por que muitas pessoas ignoram os bons modos ?
Algumas semana atrás eu venho observando mais ainda o comportamento das pessoas uma com as outras e percebo o quanto as pessoas são mal-educadas e não respeitam ao seu próximo. Sinceramente nunca gostei de ver outra pessoa sendo mal-tratadas ou até mesmo desrespeitadas e injustiçadas, isso é muito desagradável, não é mesmo? Quando vou para o trabalho e depois para faculdade, percebo nos ônibus, metrôs , nas ruas, como as pessoas andam com a fisionomia fechada, claro que ninguém precisa sair rindo à-toa pelas ruas ( risos) só que me refiro ao semblante, poderiamos ver pessoas com bons corações, boas atitudes, só que infelizmente isso não ocorre ao nosso redor, talvez você diga - Poxa Lu que mundo você vive, que visão utópica essa a sua ao pensar que as pessoas vão melhorar. E a minha resposta seria - vivo no mesmo mundo que você, só que um pequeno diferencial, vejo as coisas com outros olhos e de maneira ampla e não simplificada e acredito que as pessoas podem mudar, só vai depender de cada um. Sabemos que é de grande importância que as leis existam em nosso meio, e essas regras já vem de épocas atrás, se lembrarmos de toda a história e do surgimento do homem, veremos que as leis sempre fizeram parte de nossas vidas, não vou me aprofundar nisso, senão teria que explicar desde muitas épocas atrás, talvez um dia eu escreva sobre né, mas continuando... vos pergunto, será que era necessário ter lei para ceder lugar para um idoso? Ou outras leis que nós como seres humanos poderiamos fazer por nossa vontade própria e de coração aberto? O que eu quero dizer com isso é que muitas das coisas que o seres humanos fazem é porque são movidos aquele ato, mas nem sempe aquelas atitudes belas, são feitas de coração. Será que é muito dizer " muito obrigada", " bom dia ", " precisa de ajuda", " sente-se aqui por favor", " com licença" , enfim termos que são favoráveis para convivermos uns com os outros. Fico muito triste ao ver como as pessoas mais novas tratam os velhinhos, será que ninguém nunca parou para pensar que também seremos velhos um dia? Tem uma frase que li quando eu era pequena e nunca mais esqueci e diz o seguinte: " Não rias do estado que eu estou, eu já fui o que tu és e tu serás o que eu sou" , não me recordo o nome do autor , só que essas palavras foram de grande importância para mim... Sei que o assunto educação é de grande complexidade, porque são vários fatores que interligam para certas cortesias, vou citar alguns itens que são base para se ter um boa instrução
- Família
- Escola
- Valores
- Respeito consigo e com o próximo
Ressalto esses quatro exemplos, sabemos que existem outros fatores que contribuem para tal ato. E também a educação não fica somente com seu semelhante, mas também como um animal, uma planta, no zelo ao não jogar lixos nas ruas, contribuir para o aquecimento global, enfim são pequenos gestos e atitudes que fazem a diferença e solidificam para que um dia nós e nossas futuras gerações, convivam e um mundo melhor. Metaforicamente, somos como um quebra cabeça, cada um tem sua importância nessa vida e se faltar um peça não haverá uma harmonia com o todo, e a educação é o mesmo, podemos considerar um ciclo, se tratares bem ao seu próximo, você terá o retorno e gestos assim vão sendo passados uns para os outras até que um dia possamos dizer, como foi bom cooperar ... E estou fazendo a minha parte e você vem fazendo a sua? Não trate as pessoas bem querendo algo em troca, só que as trate melhor para que você veja o quanto é favorável contribuir para se viver em um mundo melhor . Ninguém é perfeito e se estamos nesse mundo é para evoluirmos com nossas experiências de vida, sejam elas boas ou não, tudo é em prol de nosso amadurecimento e melhoramento.
Bom é isso .... sem mais
Fragmentos de minha vida...
Nos tempos de colégial estava então no auge da minha adolescência, e tinhamos o mundo pela frente, tão misterioso mas fascinante, e a vida era muito boa, pois era somente estudar, às vezes cabular aula e brincar. Até hoje me lembro daquele grupo de cinco amigos, onde passávamos horas andando de bicicleta.
Não me lembro ao certo mas deveria ter uns quinze anos, e saíamos de meu bairro para o bosque maia em Guarulhos, era quase uma rotina de sábado ao tardar da tarde, andavamos por entre às trilhas até cansar. Porém outro dia quando fazíamos nosso percurso rotineiro, nos deparamos com outro grupo de rapazes também com bicicletas, só que em número maior e mais velhos, nos cercaram, nos provocaram e por um motivo fútil, não me lembro ao certo até hoje, talvez por uma fechada ou simplesmente algum outro evento, queriam briga.
O mais velho daquele grupo enraivecido parecia um psicopata, blasfemando como de praxe: - Seus filhos-da-puta! Vão tomar porrada! . Súbito outro rapaz daquele grupo, conhecia um amigo de nosso grupo, assim que o viu, o chamou para o lado deles: - Venha prá cá não ande com esses caras, agora o coro vai comer!
Meu amigo agora do qual não lembro o nome então passara para o lado deles. Como isto não é um enredo de histórias de super-hérois, é sim um fato, tivemos uma briga, mentira, tivemos sim, um massacre! Após algumas tentativas de luta, começamos a apanhar, e muito feio, lá do outro lado não tinha mais um amigo, ele mudara de lado, ficara lá olhando, passivamente. Os guardas-civis chegaram e evitaram mais ferimentos, e dividiram os grupos dos mais velhos e nós, hoje acho que o nome dele era Rogério. E assim que estavam separando. Ele quis vir para o nosso lado, mas dissemos que ele estava no outro grupo.
Tal acontecimento marcara nossas vidas tal qual a de Rógerio, hoje compreendo que na plenitude de sua juventude e sobre pressão, teria decidido um caminho no qual trairia seus amigos, e eu também me pergunto, será que teria feito o mesmo? Não posso julgar tal pessoa assim, mas esse momento pode mudar o destino de um homem. Somente torço para que ele hoje esteja bem. Só sei que um fato como este, me fez relfetir sobre a amizade.
Os anos passaram e certa vez precisei doar sangue para um ente familiar, meu tio. Entretanto tive que pelo menos encontrar mais pessoas que pudesem fazer uma doação, e naquele momento pensei, tal ato nobre, acho que nenhum de meus amigos devem negar, há não ser aqueles que não podem mesmo.
Confesso que doar sanque não é tarefa das mais agradáveis, sempre tenho tonturas. Liguei para vários amigos, até me surpeendi com alguns que simplesmente deram algumas desculpas esfarrapadas, é o engraçado que em todas as festas, eles lá estavam.
No final foram somente eu , o Et e o Mir, curiosamente meus amigos de colegial, agora meus irmãos de sangue, afinal depois também doei sangue para entes familiares deles. Atos como esse fortalecem a amizade, trazem a certeza de que tal sentimento por outro ser possa ser verdadeiro, altruísta, nunca os agradeci, e nem eles a mim, "a linguagem é uma fonte de mal-entedidos" dizia exúpery. Amizade é isto sem cobranças, apenas a certeza de que se precisarmos de algo poderemos contar com eles, com os amigos.
São os atos de uma ação, uma linha tênue de oportunidade de se fazer algo que fortalece o caráter. Meus amigos e aos novos a minha fé renovada de que possam realmente serem, amigos de sangue!!!!!!
Em devaneios Edson Miyaki
Quem sou eu
Há alguns dias eu estava em uma constante onda de reflexões. Algumas coisas que acontecem realmente nos fazem pensar se não estamos nos "perdendo de nós mesmos". E no meio desse monte de pensamentos, eu decidi parar e tentar reconstruir tudo.
Sentei na escada da faculdade e comecei a refletir, a partir da pergunta: Quem sou eu?
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Pra que perder tempo? Essa história de reconstrução é meramente ilusória. Todos sabem quem realmente são.
Mas as vezes... simplesmente nos perdemos, logo essa reflexão se faz necessária.
Nasci, zuado na escola, sempre fui bem. Trabalho, estudos, problemas para se relacionar com as pessoas, baixa estima. Medo. Medo do 'julgar' alheio.
É estranho olhar o lado negro de antigamente, não?
Ahm, perda de tempo é pensar no passado. E o agora?
Esperança, sonhos. Vontade de ajudar, de se ajudar. Impaciência e uma certa revolta. Vontade de relaxar, porém está firmado que essa não é a hora. Medo quase nulo, quase. Extrovertido e sério. Calmo e estressado. Cheio de reflexões, mas sem frescuras. Acredita no seu instinto, e o leva muito à sério.
Instinto? Sim, instinto. O pequeno ceticismo que ainda existe não me impede de dizer que ele sempre foi preciso. Posso estar maluco...
Aliás, maluco. Nervos ligados, sempre ligados. Já disse que não é a hora de relaxar.
Enfim...
Basicamente parece ser isso... ou seja, impossível de entender. Ainda acho que todos sabem quem são, e valem mais as ações e projeções do que um monte de pensamentos inúteis.
Como é mesmo que meu Mestre disse? "Milhões de pensamentos passam em nossa mente a cada segundo, cabe à nós escolher quais irão fazer parte de nosso entendimento".
É, parece que eu estou escolhendo qualquer um. Mas e se... -----------------------------------------------------
E então, eu notei alguem acenando. Um amigo, que gritou: "Mauricião, a galera vai sair agora. Vamo ae!". Foi ai que eu senti um estalo. Abri um sorriso, me levantei e fui me divertir.
Quem eu sou?
Acho que sem viver, ninguém. Refletir, pensar... porque não "vivenciar"?
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"Diversas reflexões, escritas e descobertas
têm ínicio nas discussões com nós
mesmos - quando a razão/emoção é
questionada, ou quando algumas de nossas ações
parecem entrar em contradição com a nossa
essência, com aquilo que realmente acreditamos. Essas
são tidas como as contradiçoes do espelho
que reflete a nossa imagem..."
Blog
que visa a escrita livre e a reflexão.
Sinta-se livre para ler, comentar, elogiar, discordar, discutir...
Criado em Setembro/2007
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